Influencia-me tu
Que a nada se propõe
E nada me pede... a não ser
que eu não deixe de existir!
Mesmo que disto não saiba
e não entenda porque
fica feliz ao me ver
e tua alma põe-se a sorrir!
domingo, 11 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Ser feliz
Não me creiam longe de vocês em momento tão solene!
A ciência do Amor, da qual sou fervoroso e aplicado discípulo,
ensina-nos a estar sempre próximos de quem trazemos no coração!
E o meu lhes pertence por inteiro.
Vocês têm tudo para serem muito, muito, muito felizes!
Não importa se a vida pode conceder-lhes outras tantas oportunidades!
A melhor, a maior, a mais significativa é esta de agora!
Não a percam!
Se levada a bom termo,
ela poderá distender-se pela eternidade
e lhes abrirá as portas da sublimação,
elevando-os aos páramos mais sublimes da imortalidade,
onde junto de Deus, desfrutarão de toda a beleza e grandeza
que só o Amor pode edificar!
Sejam felizes e lembrem-se que...
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado,
mas não se esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo!
Só você pode evitar que ela vá à falência!
Há pessoas que precisam, admiram e torcem por você!
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades,
caminhos sem acidentes,
trabalhos sem fadigas,
relacionamentos sem decepções!
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso,
mas refletir sobre a tristeza!
Não é apenas comemorar o sucesso,
mas aprender lições nos fracassos!
Não é apenas ter júbilo nos aplausos,
mas encontrar alegria no anonimato!
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida,
apesar de todos os desafios, incompreensões...
e períodos de crise!
Ser feliz não é uma fatalidade do destino,
mas uma conquista de quem sabe viajar dentro do próprio ser!
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e se tornar autor da própria história!
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito de sua alma!
É agradecer cada manhã pelo milagre da vida!
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos!
É saber falar de si mesmo!
É ter coragem para ouvir um “não”!
É ter segurança para receber uma crítica...
mesmo que injusta!
É beijar os filhos,
curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos...
mesmo que eles nos magoem!
Ser feliz é deixar viver a criança livre,
alegre e simples que mora dentro de cada um de nós!
É ter maturidade para falar: “eu errei”
É ter ousadia para dizer: “me perdoe”
É ter sensibilidade para expressar: “eu preciso de você”
É ter capacidade para dizer: “eu te amo”!
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
E, quando você errar o caminho, recomece de novo!
Pois assim, você será cada vez mais apaixonado pela vida!
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita
Mas, usar as lágrimas para regar a tolerância;
Usar as perdas para refinar a paciência;
Usar as falhas para esculpir a serenidade;
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência!
Jamais desista de si mesmo!
Jamais desista das pessoas que você ama!
Jamais desista de ser feliz!
O texto acima foi escrito, não sei dizer se na íntegra, pelo meu tio Roberto, a quem carinhosamente chamávamos de Tio Tim. Em minha opinião, tratava-se da pessoa mais iluminada que já conheci! Era um Kardecista, que realmente vivia tal doutrina e tinha uma visão singular sobre o que era a vida! Ele escreveu este texto como forma de cumprimento pela minha boda, uma vez que não poderia estar lá! Sabia que ele não tinha muito tempo e que talvez muitos outros precisassem dele naquele momento! Sempre gostei deste texto, mas parece que agora entendo um pouco mais sobre o que ele queria dizer! Entendo também que ele falava consigo mesmo enquanto escrevia! E falava de muito mais do que poderia saber!
A ciência do Amor, da qual sou fervoroso e aplicado discípulo,
ensina-nos a estar sempre próximos de quem trazemos no coração!
E o meu lhes pertence por inteiro.
Vocês têm tudo para serem muito, muito, muito felizes!
Não importa se a vida pode conceder-lhes outras tantas oportunidades!
A melhor, a maior, a mais significativa é esta de agora!
Não a percam!
Se levada a bom termo,
ela poderá distender-se pela eternidade
e lhes abrirá as portas da sublimação,
elevando-os aos páramos mais sublimes da imortalidade,
onde junto de Deus, desfrutarão de toda a beleza e grandeza
que só o Amor pode edificar!
Sejam felizes e lembrem-se que...
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado,
mas não se esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo!
Só você pode evitar que ela vá à falência!
Há pessoas que precisam, admiram e torcem por você!
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades,
caminhos sem acidentes,
trabalhos sem fadigas,
relacionamentos sem decepções!
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso,
mas refletir sobre a tristeza!
Não é apenas comemorar o sucesso,
mas aprender lições nos fracassos!
Não é apenas ter júbilo nos aplausos,
mas encontrar alegria no anonimato!
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida,
apesar de todos os desafios, incompreensões...
e períodos de crise!
Ser feliz não é uma fatalidade do destino,
mas uma conquista de quem sabe viajar dentro do próprio ser!
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e se tornar autor da própria história!
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito de sua alma!
É agradecer cada manhã pelo milagre da vida!
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos!
É saber falar de si mesmo!
É ter coragem para ouvir um “não”!
É ter segurança para receber uma crítica...
mesmo que injusta!
É beijar os filhos,
curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos...
mesmo que eles nos magoem!
Ser feliz é deixar viver a criança livre,
alegre e simples que mora dentro de cada um de nós!
É ter maturidade para falar: “eu errei”
É ter ousadia para dizer: “me perdoe”
É ter sensibilidade para expressar: “eu preciso de você”
É ter capacidade para dizer: “eu te amo”!
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
E, quando você errar o caminho, recomece de novo!
Pois assim, você será cada vez mais apaixonado pela vida!
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita
Mas, usar as lágrimas para regar a tolerância;
Usar as perdas para refinar a paciência;
Usar as falhas para esculpir a serenidade;
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência!
Jamais desista de si mesmo!
Jamais desista das pessoas que você ama!
Jamais desista de ser feliz!
O texto acima foi escrito, não sei dizer se na íntegra, pelo meu tio Roberto, a quem carinhosamente chamávamos de Tio Tim. Em minha opinião, tratava-se da pessoa mais iluminada que já conheci! Era um Kardecista, que realmente vivia tal doutrina e tinha uma visão singular sobre o que era a vida! Ele escreveu este texto como forma de cumprimento pela minha boda, uma vez que não poderia estar lá! Sabia que ele não tinha muito tempo e que talvez muitos outros precisassem dele naquele momento! Sempre gostei deste texto, mas parece que agora entendo um pouco mais sobre o que ele queria dizer! Entendo também que ele falava consigo mesmo enquanto escrevia! E falava de muito mais do que poderia saber!
sábado, 3 de maio de 2008
Eu menino
Vejo ainda como se fosse hoje
Aquele menino
Que ergueu os olhos ao céu
E nele encontrou a vontade de ser leve!
De voar como os pássaros
Ao bel prazer se entregar
e viver tudo o que é breve!
Ele encontrou nas alturas
Abrigo e proteção
O privilégio à visão
E tudo mais que se deve!
Achou em meio às nuvens
tão vivas e brilhantes
tal qual, o sol que as reluzia...
o sopro divino
A beleza de somente “ser”!
A liberdade sem destino!
Soube existir!
E fazer isto ter um por que!
Fez sentir na pele
A energia do sol
das nuvens a água
O oxigênio do ar a sorver!
A vontade de ser leve
De não suportar...
Não carregar peso
Fluir como ar!
Alcançar desejo
Permitir-se errar
Não esquecer quem ele era
Dizer que por ali não irá
Cansar de felicidade
E então descansar!
Sei que dentro de mim...
esta criança ainda vive!
Segura a minha mão
e não a deixa soltar!
Comigo assiste solene
tudo o que me faz crescer!
Mesmo que faça doer,
e não possa participar!
Descobri que sem ela não se vive
e aqui sempre haverá de estar!
Por isso a levo comigo
para que sempre me faça lembrar!
Do menino que se encantou pelo céu
De quem me fiz criatura
De onde herdei a ternura
Que para trás não pode ficar!
Aquele menino
Que ergueu os olhos ao céu
E nele encontrou a vontade de ser leve!
De voar como os pássaros
Ao bel prazer se entregar
e viver tudo o que é breve!
Ele encontrou nas alturas
Abrigo e proteção
O privilégio à visão
E tudo mais que se deve!
Achou em meio às nuvens
tão vivas e brilhantes
tal qual, o sol que as reluzia...
o sopro divino
A beleza de somente “ser”!
A liberdade sem destino!
Soube existir!
E fazer isto ter um por que!
Fez sentir na pele
A energia do sol
das nuvens a água
O oxigênio do ar a sorver!
A vontade de ser leve
De não suportar...
Não carregar peso
Fluir como ar!
Alcançar desejo
Permitir-se errar
Não esquecer quem ele era
Dizer que por ali não irá
Cansar de felicidade
E então descansar!
Sei que dentro de mim...
esta criança ainda vive!
Segura a minha mão
e não a deixa soltar!
Comigo assiste solene
tudo o que me faz crescer!
Mesmo que faça doer,
e não possa participar!
Descobri que sem ela não se vive
e aqui sempre haverá de estar!
Por isso a levo comigo
para que sempre me faça lembrar!
Do menino que se encantou pelo céu
De quem me fiz criatura
De onde herdei a ternura
Que para trás não pode ficar!
terça-feira, 15 de abril de 2008
Pra você
Por vezes tenho tanto a verter!
De repente uma saudade de você,
ou vontade simples de dizer...
conteúdo que não cabe no papel!
Vontade de você
De suprir o espaço que só você irá caber
Recobrar o ar que não se pode perder
Manter perto a extensão involuntária de mim!
Queria entender a falta que você faz
Saber por quê...
com você não posso mais,
e sem ti...
também não!
És densidade demais
Para não se fazer notar
ou ser imperceptível como ar...
e eu não sentir teu peso
a cerca de o meu pensar!
No entanto,
flutuas em minh´alma!
Traz à mim conforto...
E meu coração acalma
Descansa o meu “estar”!
De repente uma saudade de você,
ou vontade simples de dizer...
conteúdo que não cabe no papel!
Vontade de você
De suprir o espaço que só você irá caber
Recobrar o ar que não se pode perder
Manter perto a extensão involuntária de mim!
Queria entender a falta que você faz
Saber por quê...
com você não posso mais,
e sem ti...
também não!
És densidade demais
Para não se fazer notar
ou ser imperceptível como ar...
e eu não sentir teu peso
a cerca de o meu pensar!
No entanto,
flutuas em minh´alma!
Traz à mim conforto...
E meu coração acalma
Descansa o meu “estar”!
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Cirrus
Não sou um apreciador dos dias de domingo!
Ao contrário, não faço a menor questão!
Se pudesse o retiraria do meu calendário
Assim, então me sentiria melhor!
Mas é que hoje... algo o fez diferente!
O céu amanheceu lindo...
com cirrus* esparsos por entre ele
e um azul inconfundível!
Tudo isso...
permeado de memórias!
Enquanto caminhei pela rua,
praticamente deserta...
inspirei a brisa morna daquela manhã,
vi as nuvens que passeavam soltas...
no azul do firmamento!
no azul do firmamento!
Ao mesmo sabor com que dançavam no céu,
meus pensamentos iam longe...
buscar o que não estava mais ao alcance da mente!
buscar o que não estava mais ao alcance da mente!
Onde nem mesmo eu havia estado,
lembrando coisas, que ao certo não senti!
Em meio a conversa fútil de duas mulheres
à sombra de um pé de canela por onde eu passava,
voltei o filme da minha vida
imaginando tudo o que me levou até ali!
Momento frívolo que tento fazer notável!
Na unção entre uma caneta, um papel,
e sensações que me trazem de volta a esta manhã!
Que me fazem lembrar o garoto que a tempos...
num dia como este,
passava por aqui!
passava por aqui!
Nesta mesma rua
Os mesmos poucos transeuntes talvez...
A brisa morna...
os cirrus bailando no céu
E algo que já não é mais como antes...
Detalhes que pareceram trazer-me à tona!
Que despertaram-me para o fato
de que não há mais nenhum garoto!
Que mesmo não gostando dos dias de domingo,
eles já não são mais os mesmos!
eles já não são mais os mesmos!
Bem como, quem aqui lhes escreve!
Como se subitamente,
a passagem do tempo se fizesse perceber!
a passagem do tempo se fizesse perceber!
Mostrando o quanto já se passou
e o que ainda haverá de ser!
Uma nostalgia estranha
que funciona como a resposta do que sou!
Sem dizer se melhor...
ou pior...
Mas talvez diferente do garoto que passava...
e não sabia como até aqui chegar
Nem mesmo o que fazer...
numa manhã de domingo ao acordar!
* Cirrus (CI) Nuvens de aspecto fino e esbranquiçado, sólidas (constituídas somente por cristais de gelo) e pertencentes ao estágio alto (normalmente acima de 6km). Geralmente estão associadas à várias condiçoes meteorológicas como: ventos em altitude, aproximação de massas de ar e frentes, CAT e estabilidade do ar.
sábado, 12 de abril de 2008
O eterno começo
Viver!
Cantar!
Morrer!
Nascer!
Já sei do inferno das paixões...
já sei do fogo!
Cantar!
Viver!
Entrar!
Sair...
do céu, prisão dos corações!
Provei do mel!
Caminhar, aprender e alardear
o universo infinito!
Outro planeta girando se aproxima...
das sombras pro Sol...
e incerto surgirá!
Já cheguei, já parti...
Já sei tanto...
e é claro que não sei de nada!
Celebro a chegada
do eterno começo,
ser a criança que o futuro mandará!
Final, princípio...
Manhã, oh manhã!
Sou eu, quem sempre peito perde
levanto cedo!
Iluminar...
Manhã, oh manhã
Sou eu, que Sol realço tudo!
Não tenho medo!
Gonzaguinha
Cantar!
Morrer!
Nascer!
Já sei do inferno das paixões...
já sei do fogo!
Cantar!
Viver!
Entrar!
Sair...
do céu, prisão dos corações!
Provei do mel!
Caminhar, aprender e alardear
o universo infinito!
Outro planeta girando se aproxima...
das sombras pro Sol...
e incerto surgirá!
Já cheguei, já parti...
Já sei tanto...
e é claro que não sei de nada!
Celebro a chegada
do eterno começo,
ser a criança que o futuro mandará!
Final, princípio...
Manhã, oh manhã!
Sou eu, quem sempre peito perde
levanto cedo!
Iluminar...
Manhã, oh manhã
Sou eu, que Sol realço tudo!
Não tenho medo!
Gonzaguinha
O poema do menino Jesus
No meio dia de fim de primavera
eu tive um sonho como uma fotografia!
Eu vi jesus cristo descer à terra,
ele veio pela encosta de um monte
mas era outra vez menino a correr e a rolar-se pela erva,
arrancar flores para deitar fora e a rir de modo a ouvir-se longe!
Ele tinha fugido do céu,
era nosso demais para fingir de segunda pessoa da trindade!
Um dia que deus estava a dormir e o espírito santo andava a voar,
ele foi à caixa dos milagres e roubou três!
Com o primeiro ele fez com que ninguém soubesse que ele tinha fugido;
com o segundo ele se criou eternamente humano e menino
e com terceiro ele criou o cristo eternamente na cruz,
e o deixou-o pregado na cruz,
que era o céu e serve de modelo às outras!
Depois ele fugiu para o sol e desceu pelo primeiro raio que apanhou!
Hoje ele vive na minha aldeia comigo
É uma crianca bonita de riso natural,
limpa o nariz com o braço direito,
chapinha nas poças d'água colhe as flores, gosta delas e esquece!
Atira pedra aos burros, colhe as frutas nos pomares e foge a chorar e a gritar dos cães!
Só porque sabe que elas não gostam,
que toda gente acha graça...
ele corre atrás das raparigas que levam as bigas na cabeça
e levanta-lhes a saia!
A mim ele ensinou tudo!
Ele me ensinou a olhar para as coisas,
ele me aponta todas as cores que há nas flores,
e me mostra como as pedras são engraçadas
quando a gente as tem na mão e olha devagar para elas!
Damos tão bem um com o outro
na companhia de tudo que nunca pensamos um no outro
vivemos juntos os dois como um acordo íntimo,
como a mão direita e a esquerda!
Ao anoitecer, nós brincamos as cinco pedrinhas no degrau da porta de casa,
graves, como convém a um deus e a um poeta!
Como se cada pedra fosse todo universo
e fosse por isso um perigo muito grande deixa-la cair no chão!
Depois eu lhe conto histórias das coisas só dos homens e ele sorri...
porque tudo é incrivel!
Ele ri dos reis,
e dos que não são reis
e tem pena de ouvir falar das guerras e dos comércios!
Depois ele adormece e eu o levo no colo para dentro da minha casa...
deito-o na minha cama, despindo-o lentamente como seguindo um ritual todo humano
e todo materno até ele estar nu!
Ele dorme dentro da minha alma!
Ás vezes ele acorda de noite,
brinca com meus sonhos,
vira uns de pernas pro ar,
põem uns por cima dos outros e bate palmas sozinho sorrindo para o meu sonho!
Quando eu morrer filhinho,
seja eu a criança mais pequena!
Pega-me tu ao colo, e leva-me para tua casa
Deita-me na tua cama despe o meu ser,
cansado e humano
conta me historias caso eu acorde, para tornar a adormecer
e da-me sonhos teus...
para eu brincar!
Fernando Pessoa
terça-feira, 8 de abril de 2008
Solidário
Não fique assim
Sei o que você passa
Também sei o que senti!
Aprender faz parte da vida
Foi vivendo que aprendi!
Nem tudo é como se espera
Cada qual com sua medida!
Não te cansa de esperar!
Às vezes nos sentimos injustiçados
Imaginamos que nada iremos alcançar!
Que a vida então, nos deixou de lado!
Que sem asas não podemos voar!
Não acredite nisto!
Dificuldades todos nós passamos!
Baixo também se pode voar
Releve as cobranças alheias!
Elas não tem muito à acrescentar!
Ser gente grande não é fácil!
Mas não fuja desta meta alcançar!
Portanto, não fique assim
Não mira teu olhar para baixo
Não se esquece de apertar teu passo
Que muito se tem para caminhar!
Trabalho, família e filhos
Não batem à porta para entrar!
Acontecem...
Muito não lhe vale preocupar!
Palavras de apoio
Às vezes irritam
Por isso, o acalento...
Esta fase há de passar!
Sei o que você passa
Também sei o que senti!
Aprender faz parte da vida
Foi vivendo que aprendi!
Nem tudo é como se espera
Cada qual com sua medida!
Não te cansa de esperar!
Às vezes nos sentimos injustiçados
Imaginamos que nada iremos alcançar!
Que a vida então, nos deixou de lado!
Que sem asas não podemos voar!
Não acredite nisto!
Dificuldades todos nós passamos!
Baixo também se pode voar
Releve as cobranças alheias!
Elas não tem muito à acrescentar!
Ser gente grande não é fácil!
Mas não fuja desta meta alcançar!
Portanto, não fique assim
Não mira teu olhar para baixo
Não se esquece de apertar teu passo
Que muito se tem para caminhar!
Trabalho, família e filhos
Não batem à porta para entrar!
Acontecem...
Muito não lhe vale preocupar!
Palavras de apoio
Às vezes irritam
Por isso, o acalento...
Esta fase há de passar!
domingo, 6 de abril de 2008
E para encerrar...
Não quero agora ter juízo
Na verdade nunca quis!
Viver confinado em regras
Não é o que mantêm vivo o aprendiz!
Sei muito bem
O que é errado
E o que é certo!
Ao optar por um deles...
Não te tornarás mais esperto!
O livre arbítrio esta aí...
Preso...
Na cabeça dos que se julgam independentes!
Ora essas!
De que juízo falas afinal?
Viver uma vida plena,
ou vida degradante e sem sal?
Não! Não quero isso pra mim!
Prefiro viver minhas cores...
Meus medos e meus amores...
Meus desejos e dores!
à tolir-me para o todo e sempre!
Não há definição para o que é viver!
Portanto, com o aprendiz também se aprende!
Simplesmente viva
E não te arrepende!
Dar-se conta de que nada
O impede de fazer o que quiser?
A não ser tua própria mente
E as convenções que você não quer?
Será mesmo que somos cruéis,
“Sem saber que entre o bem e o mal,
Deus criou um laço forte, um nó!
E quem viverá um lado só?”*
* Trecho da canção “Encontro das Águas”, autoria de Jorge Vercilo e Jota Maranhão.
Na verdade nunca quis!
Viver confinado em regras
Não é o que mantêm vivo o aprendiz!
Sei muito bem
O que é errado
E o que é certo!
Ao optar por um deles...
Não te tornarás mais esperto!
O livre arbítrio esta aí...
Preso...
Na cabeça dos que se julgam independentes!
Ora essas!
De que juízo falas afinal?
Viver uma vida plena,
ou vida degradante e sem sal?
Não! Não quero isso pra mim!
Prefiro viver minhas cores...
Meus medos e meus amores...
Meus desejos e dores!
à tolir-me para o todo e sempre!
Não há definição para o que é viver!
Portanto, com o aprendiz também se aprende!
Simplesmente viva
E não te arrepende!
Dar-se conta de que nada
O impede de fazer o que quiser?
A não ser tua própria mente
E as convenções que você não quer?
Será mesmo que somos cruéis,
“Sem saber que entre o bem e o mal,
Deus criou um laço forte, um nó!
E quem viverá um lado só?”*
* Trecho da canção “Encontro das Águas”, autoria de Jorge Vercilo e Jota Maranhão.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Carta à Valentina

Quero falar de uma menina
Que ainda nem os olhos vi,
mas já tem nome...é Valentina...
Minha Valentina!
Dona dos olhos que eu ainda não vi!
Minha valente menina,
Transição na minha vida
Mudança de o meu pensar!
O brilho em minhas retinas
Quem fará mais claro meu luar!
Minha continuação
Estranha sensação
De um poder, que na verdade não tenho
Sóbria loucura
Anjo de canduras
Surge então
para dizer-me... a que venho!
E assim...
o milagre da vida passa a ter um nome...
Valentina!
E com a mesma leveza com que
Floresce na escuridão dos meus pensamentos
Faz-me tomar ciência
do que já devia saber a tempos!
Que você está aqui!
Não que disso eu não soubesse...
Mas saber quem é você
a torna mais real!
Faz sentir-me normal
Estampa em mim,
sentimentos que ainda não conheço!
Estou ansioso por conhecê-la
Amar-te loucamente
E a cada momento presente
nos meus braços tê-la!
Aproveitar que teu nome eu tenho agora
E fazer o que tive vontade outrora...
E minha fragilidade não permitiu!
Gostaria de pedir-te o teu perdão!
Sei que és muito pequena para compreender!
Ainda assim quero lhe dizer
Que sou apenas homem
corpo, alma e coração!
Mais coração do que corpo
Homem que ama
E às vezes perde-se feito louco...
...nos caminhos do teu amar!
Vamos Valentina
Seja maior do que eu!
Entenda por que não consegui a imaginar
Toma teu pai pela mão
E aponta para onde temos de andar
Permita-me dizer que a amo muito!
Ama também a mim
o quanto você possa amar
Perdoa-me pelo o amor que não demonstrei!
O amor que senti
E covarde, a ninguém contei!
Talvez por ser incondicional...
Meu simples ato de amar!
Tão pequenina...
E já és dona de um poder
do qual não tens idéia!
Tens a mim e a muitos outros
À guisa de tua platéia
Todos prontos a ampará-la
E amá-la de prontidão
Mas em especial...
Estarei sempre aqui
A estender-te a minha mão
Quero ser pra ti o que você quiser
Para o que der e vier
Ser teu pai, então!
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